Política

Coordenador de Cidadania LGBT rebate Eliza e diz que PMJP inova em política de inclusão

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O Coordenador de Cidadania LGBT da Prefeitura de João Pessoa, Roberto Maia, rebateu nesta segunda-feira (23), a deputada Eliza Virgínia (PSDB), que em entrevista ao Blog do Anderson Soares, defendeu a exoneração do coordenador por criar cotas de emprego para homossexuais.

De acordo com o coordenador, o programa insere a população em políticas públicas, Já que durante uma entrevista de emprego, o segmento nem sequer participa do processo de seleção por causa da discriminação. Ele disse que o objetivo é promover a igualdade de gênero e não privilégios.

“O programa insere travesti e transexuais em políticas públicas. Quando a gente faz parceria com uma empresa, a gente faz com que participem do processo de seleção. A maioria não consegue nem participar do processo de seleção.  As empresa têm discriminação em inseri-las no processo seletivo. Elas deixam o currículo e quando descobrem que é homossexual, as empresas não chamam nem para o processo seletivo”, afirmou.

Roberto Maia destacou ainda, que a deputada precisa conhecer as políticas públicas e alfinetou a parlamentar. “Ela tem que trabalhar isso, porque a.deputada tem muita raiva e ódio dos homossexuais. Faço meu trabalho de políticas públicas, que inclusive é referência no país, ressaltou.

3 Comments

  1. Chega de cotas! Cotas só deve existir uma, POR CONDIÇÕES SOCIAIS. daqui a pouco o heterossexual quem vai precisar de cotas, pois não vai sobrar nada pra nós devido a tantas variedades de gêneros, a tantas desigualdades que a sociedade estar impondo.
    Deus criou o homem e a mulher, as constituições falam de homens e mulheres em qualquer parte do mundo.

  2. cicero delfino

    Quando se cria cotas, alguem esta sendo descriminado, este pais virou uma bagunça.

  3. Arthur

    Se conhecessem o programa não estariam comentado “achismos” aqui. Cota é a reserva de X vagas para determinado público, e não existe isso neste caso específico. O programa apenas possibilita que pessoas trans possam participar das seleções como todos os demais candidatos. Não há condições especiais, não há obrigação de contratar, se o candidato não passar na seleção não entra, como qualquer outro candidato. Isso não é cota!

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