Duarante sessão nessa sexta-feira (7), da CPI que investiga supostas irregularidades na gestão do ex-presidente da Câmara Municipal de Cabedelo, Lucas Santino, o pedreiro José Alves da Silva, fez algumas revelações de como, supostamente, funcionava o esquema de desvio de dinheiro.

Contratado para realizar serviços na Câmara de Cabedelo, o pedreiro foi o responsável pela assinatura de contratos que totalizavam R$ 40 mil. Entretanto, segundo o sagres foi pago R$ 92 mil. O pedreiro afirmou em depoimento, que dos trinta cheques que ele assinou, só lhe repassaram R$ 1 mil.

“Ele me passou um cheque aí fui para Caixa e saquei o dinheiro. Quando saquei o dinheiro, o rapaza da cauxa perguntou se eu queria depositar, eu inocente disse que não. Peguei o monte de dinheiro e coloquei no bolso. Quando cheguei lá fora, o filho dele (de Lucas) estava me esperando e me deu R$ 700, 00. Eu não tinha conhecimento desses cheque e nem recebi esse dinheiro”, disse o pedreiro.

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