O senador paraibano Cássio Cunha Lima (PSDB) está oficialmente licenciado da cadeira no Senado da República por um período de 119 dias para tratamento de saúde e interesses particulares, sem remuneração. A posse do suplente, o empresário José Gonzaga Sobrinho (Deca), igualmente filiado ao PSDB, está marcada para próxima quinta-feira (08), às 14h.

“A princípio farei um checkup. Tenho que retirar pólipos do intestino. Coisa simples, mas absolutamente necessária. Se o pólipo não for tratado pode até virar um câncer”, revelou o tucano.  Liderança do PSDB será ocupada pelo senador Paulo Bauer (SC)

Com a licença de Cássio Cunha Lima, a liderança do PSDB no senado, Paulo Bauer (PSDB-SC) assume a interinamente.

Ação parlamentar – Cássio se afasta fortalecido após o impeachment e também com um mandato reconhecidamente proativo, tanto que na atuação parlamentar, o senador paraibano foi apontado pela revista “Superinteressante” como um dos cinco mais produtivos do País.

Já o Departamento Sindical de Assessoria Parlamentar considera Cássio como uma dos 100 parlamentares mais influentes  do Congresso Nacional.

Entre os seus principais projetos estão o que determina cota para deficientes em universidades, a PEC que institui adicional de periculosidade para policiais, e a proposta que cria a polícia penitenciária.

Intercedeu junto e o Ministério das Cidades com o pedido para liberação de R$ 3,8 milhões para o “Viaduto do Geisel”, e no Ministério da Integração, R$ 13 milhões para as adutoras de Itaporanga, Pedra Branca e Nova Olinda. Pode-se pontuar sua atuação, especialmente, em prol da celeridade da Transposição do Rio São Francisco, pela licitação da 3ª via entre Cabedelo e Oitizeiro e duplicação da BR-230, e emendas significativas para Universidades Públicas da Paraíba, e principalmente, para instituições que tratam de pessoas portadoras de câncer, atenção ao idoso e as crianças no estado.

O senador Deca disse que vê com grande responsabilidade a missão de substituir Cássio. “Não vou assumir apenas a vaga de um senador, mas sim um parlamentar que trabalhou por dois anos como líder do PSDB, que se destacou perante a esse período do impeachment. Não vai ser fácil, mas acredito que com a minha experiência política e de

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