O deputado federal Hugo Mota (PMDB) admitiu que não tem interesse em radicalizar com o governo de Dilma, caso chegue à liderança do partido na Câmara Federal. Apoiado por Eduardo Cunha, o paraibano revelou que  a grande missão será unir a bancada do PMDB no Congresso.

“Esperamos que com o discurso de unidade possamos fortalecer  o PMDB para embates futuros. Nosso papel caso chegue à liderança não é radicalizar. Não seremos contra ou a favor do governo”.

O parlamentar confirmou que já conversou com o ministro das comunicações, Edinho Silva e o ministro-chefe do governo, Ricardo Berzoini. “Falei para eles que meu objetivo era dialogar com o governo, mas pedi também que o governo não interfira na eleição para ter condição de dialogar com quem vencer”, disse.